As Escolhas de 2015


O ano de 2015 aproxima-se a passos largos do fim e começa a ser “hora” de fazer balanços literários. Neste que foi um ano repleto de muitas, e boas leituras, há que dar destaque aos livros que realmente marcaram o meu ano – e não foram poucos.

Em 2015 tive o privilégio de revisitar velhos conhecidos como Stephen King, John le Carré, George R. R. Martin ou Antoine de Saint-Exupery, mas também de conhecer uma série de outros autores que se tornaram surpresas mais do que agradáveis. Falo de Jessie Burton, Paula Hawkins, Neil Gaiman, Lauren Beukes, David Soares, Brandon Sanderson e os clássicos Italo Calvino, Oscar Wilde, Frank Herbert e H. P. Lovecraft. Também conheci autores que desconhecia por completo, como Erckmann-Chatrian e Vassilis Vassilikos, que não me cativaram por aí além. Pelo meio, sofri algumas desilusões; refiro-me mais propriamente a Guy Gavriel Kay e Robin Hobb, dois famosos autores de fantasia que ainda não me “encheram as medidas”, ou T. A. Barron, cujo problema foi mesmo o género juvenil da sua obra Merlin. Ainda assim, reconheço a qualidade destes autores.

Foi um ano para continuar a descobrir autores nacionais, com as divertidas antologias Lisboa no ano 2000 e A Sombra Sobre Lisboa, onde João Barreiros foi responsável por alguns dos melhores momentos literários. Encontrar o espírito de um homem sábio em Os Anjos Não Têm Asas de Ruy de Carvalho foi outra experiência riquíssima que me fez dar-lhe uma pontuação bem acima do expectável.

No género fantástico, foi com Mares de Sangue e República de Ladrões que continuei a série dos Cavalheiros Bastardos de Scott Lynch, que se transformou num dos meus autores preferidos, o qual tive o prazer de revisitar em Um Ano e Um Dia na Velha Theradane, conto da antologia Histórias de Aventureiros e Patifes. É verdade que o ano ainda não terminou, mas já vou avançando na última leitura do ano e certamente que ela não modificará a minha avaliação final. Mais para o fim do mês, farei o resumo anual que contará com a descrição pormenorizada dos livros lidos neste último trimestre. Por agora, fica a eleição dos livros que mais me marcaram em três géneros distintos: fantasia, ficção científica e romance.

FANTASIA

Sem Título

aqui a opinião.

FICÇÃO CIENTÍFICA

Sem título

aqui a opinião.

ROMANCE

Sem título

aqui a opinião.

Confesso que a escolha mais fácil recaiu sobre o livro de fantasia. República de Ladrões suplantou facilmente todas as minhas leituras no género, e foram muitas este ano. No âmbito da ficção científica, não li mais de quatro ou cinco publicações, ainda assim foram todas ótimas e este As Raparigas Cintilantes de Lauren Beukes, que pode ser também considerado um livro de policial, acabou por me marcar mais do que o clássico Duna. No capítulo romance, estreei-me a ler David Soares, e não pude deixar de coroar este Lisboa Triunfante pela originalidade e brilhantismo literário. Não posso também deixar de referir O Miniaturista e A Rapariga no Comboio como duas excelentes surpresas, que me proporcionaram leituras – no mínimo – entusiasmantes.

Para terminar o ano, resta-me apenas concluir a leitura de O Herói das Eras, terceiro volume da saga Mistborn de Brandon Sanderson. Por agora, ficam os meus votos de uma época festiva cheia de agradáveis surpresas.

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3 thoughts on “As Escolhas de 2015

  1. fiacha

    Viva,

    Ena tenho que começar a pensar no meu balanço mas gostei de ler o teu, muito bem elaborado e vejo que dei uma pequena ajudinha para gostares tanto do Scott Lynch ehehe

    Abraço

  2. Pingback: Resumo Trimestral de Leituras #4 | Nuno Ferreira

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