Ano Novo, Leituras Novas


O ano de 2015 está a acabar e a minha leitura de O Herói das Eras (Mistborn #3), de Brandon Sanderson, está a revelar-se mais morosa do que eu tinha imaginado. Ainda assim, a opinião sairá este mês e é hora de começar a estabelecer as primeiras leituras de 2016.

Objetivos: É meu desejo prosseguir o excelente trajeto de leituras que delineei e cumpri em 2015. Os objetivos foram alcançados e é hora de definir os próximos. De uma forma muito vaga, quero ler mais autores lusófonos, conhecer melhor a obra de José Saramago e estrear-me em autores como Mia Couto, José Luís Peixoto, Valter Hugo Mãe ou José Eduardo Agualusa. Da mesma forma tenciono ler mais ficção científica do que fiz este ano e terminar algumas séries de fantasia que tenho pendentes.

Falo da primeira Saga do Assassino de Robin Hobb, da série Mistborn de Brandon Sanderson (o volume em falta só deverá sair lá para Março), e, quem sabe, tenha coragem para terminar as “antigas” Crónicas de Allarya (Filipe Faria) e Ciclo da Herança (Christopher Paolini), séries que me introduziram ao mundo do fantástico e que me faltam dois volumes – cada – para as dar por terminadas. Mais prioritário do que isso, é mesmo continuar a série A Torre Negra de Stephen King, se for publicado mais algum livro. Certamente sairão algumas novidades no género, umas mais interessantes do que outras, mas certamente não deixarei de ler Steven Erickson ou Mark Lawrence se forem publicados em Portugal. Quanto às continuações de Crónicas do Gelo e Fogo e Cavalheiros Bastardos, não acredito que saiam nos próximos tempos na nossa língua, mas caso aconteça serão bem-vindos. Brent Weeks sairá no Brasil, pelo que é um autor que gostaria de experimentar. Há, no entanto, dois autores de fantástico publicados em Portugal que me têm suscitado curiosidade. Um deles é Patrick Rothfuss, embora o seu conto na antologia Histórias de Aventureiros e Patifes me tenha defraudado expectativas e é um autor que continuo a colocar um grande ponto de interrogação sobre a sua leitura. O outro, que é uma das minhas grandes prioridades para este ano, é Joe Abercrombie. O preço dos livros tem-me afastado dele de há alguns anos a esta parte, mas vou querer lê-lo em 2016.

Primeiras leituras de 2016: Agora que estão definidos os objetivos genéricos para o próximo ano, há que ser mais objetivo e apontar para as leituras que me irão ocupar durante o mês de janeiro e, porventura, fevereiro.

É verdade que já li a primeira metade de Os Pilares da Terra há uns anos, mas agora que vou querer terminar a história, vejo-me com uma ideia muito generalizada da intriga. E daí, vou querer reler a primeira parte, avançando de imediato para a conclusão da história. Tenho lido Ken Follet todos os anos, e 2015 foi o ano sabático, pelo que é a melhor altura para me decidir a terminar o livro. A segunda parte da obra de Frank Herbert, com o título O Messias de Duna, será o desafio seguinte, fazendo-me regressar à deliciosa esfera da ficção científica. A outra leitura prevista, que provavelmente já não será no mês de janeiro, será A Túlipa Negra, de Alexandre Dumas.

Os Pilares da Terra

Sem Título

O Messias de Duna

Sem Título

A Túlipa Negra

Sem Título

Apenas a interferência de uma leitura mais aliciante me desviará destes objetivos iniciais. E vocês, já escolheram as primeiras leituras do ano?

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2 thoughts on “Ano Novo, Leituras Novas

  1. fiacha

    Viva,

    Bem os planos são bons sem duvida, espero que corra tudo bem 🙂

    Por estes lados é manter o atual objetivo, tentar ler de tudo um pouco 😀

    Abraços

Comentário

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