Fala-se de… Westworld T1


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Westworld (HBO)

Entretanto, os amigos William e Logan chegam a Westworld como visitantes, mas enquanto Logan se entrega aos prazeres do bordel, William mostra-se leal à esposa, não encontrando um divertimento legítimo, até conhecer Dolores e encantar-se por ela. Maeve, uma meretriz, torna-se personagem de relevo na trama a partir do momento em que acorda numa maca, numa sala do complexo laboratorial onde os “hosts” são programados.

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Teddy (James Marsden) e Dolores (Evan Rachel Wood)

Pontos Fracos:

1 – A confusão causada pelas várias tramas sem nexo causal aparente. Ao fim de alguns episódios, o mistério deixou de surtir o efeito desejado e a vontade de deixar a série imperou. Nada parecia fazer sentido e tudo parecia cada vez mais emaranhado.

2 – As várias linhas temporais. Só percebemos que estávamos a ver mais do que uma linha temporal na segunda metade da temporada, o que veio dar sentido às tramas.

3 – Seguramente, quem visualizar apenas os primeiros episódios irá achar a trama extremamente confusa, e se não tiver especial gosto no tema não verá motivos para prosseguir.

Pontos Fortes:

1 – Os únicos pontos fracos encontrados tornaram-se um ponto forte ao assistir aos últimos 3, 4 episódios. A forma como as pontas são amarradas e as linhas temporais são compreendidas, vêm conferir genialidade à conceção do argumento da série.

2 – O elenco excepcional. Thandie Newton, Anthony Hopkins, Jeffrey Wright, Ed Harris, James Marsden, Evan Rachel Wood, Ben Barnes, Rodrigo Santoro, entre tantos outros. As interpretações trouxeram um clima de paixão e mistério à série que poucas têm.

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Hector (Rodrigo Santoro)

3 – O cruzamento de temas. O western e a ficção científica andam de mãos dadas nesta série da HBO. Chamada por muitos como a nova Game of Thrones, Westworld é uma série completamente diferente, mas igualmente bem feita. A surpresa de uma prostituta de saloon ao descobrir que é uma andróide foi um dos motivos que mais me segurou a ver a série.

4 – O mistério em torno de Arnold. Durante toda a temporada, ouvimos falar de um Arnold sem saber quem ele era. As revelações finais agradaram-me.

5 – Os paradigmas e questões levantadas sobre a inteligência artificial.

Avaliação Final: 8/10

Durante muitos momentos perdi a vontade de seguir a série. Felizmente não o fiz e achei os três últimos episódios excelentes. Espero que a segunda temporada siga o mesmo ritmo.

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