Warbreaker, Warbreaker #1


But he’d found that imaginary things were often the only items of real substance in people’s lives.

O texto seguinte pode conter spoilers do livro “Warbreaker”, primeiro volume da série Warbreaker

Warbreaker é um livro de alta fantasia publicado pelo autor norte-americano Brandon Sanderson, nome de vulto do género na atualidade. O que difere este livro dos restantes é a forma como foi lançado. Sanderson publicou-o no seu blogue e mostrou, passo a passo, como construiu este mundo fantástico e as várias ideias que tinha para ele.

Publicado no ano de 2008, este primeiro volume faz parte de uma série ou trilogia, da longa lista de planos de Brandon Sanderson para o futuro. Também conhecido pela velocidade com que escreve e lança livros, Sanderson tem em mãos uma série de sagas, sendo The Stormlight Archive a mais ambiciosa e que promete oferecer mais respostas aos seus leitores – Edições Saída de Emergência, esta é obrigatória, está bem? E, já agora, a Era 2 de Mistborn também – ; sim, porque a maior parte das sagas deste autor estão de alguma forma relacionadas.

Apesar de não haver previsão para um segundo volume, Sanderson pretende chamá-lo Nightblood, nome facilmente identificável para quem leu Warbreaker. Como os bons amantes de fantasia devem saber, a maioria das histórias de Brandon Sanderson passam-se num universo chamado Cosmere, em que cada planeta tem as suas características únicas e especiais.

sem-titulo
Vasher e a espada Nightblood (Supahsly em 17th Shard)

O contexto geográfico e histórico

Se a saga Mistborn (cuja primeira “trilogia” já foi comentada aqui no blogue) é passada no planeta Scadrial, Warbreaker ocorre em Nalthis. Aparentemente, Nalthis é o planeta mais semelhante à Terra, se excluirmos a Scadrial antes e depois dos eventos ocorridos na Era 1 de Mistborn. Em Nalthis, as maiores nações são Idris e Hallandren, e não podiam ser mais distintas.

A História de Nalthis é bem confusa e nem os próprios personagens parecem saber bem como tudo aconteceu. No início, Idris era o domínio soberano por natureza. Segundo alguns boatos, a linhagem real originou-se de um homem que morreu e regressou – um Devolvido (o que explica os pormenores mutáveis da sua caraterização, mas isso é história para depois). Idris é uma imensa nação montanhosa, mas perdeu o seu poder. Como em todas as civilizações, sempre emergem outros povos e crenças ao redor de um Império, e assim nasceu Hallandren, como um enclave, num vale entre as montanhas, com acesso à costa marítima.

sem-titulo-2
Capa oficial de Warbreaker

Um turbilhão de conflitos militares conhecidos como Manywar provocou uma cisão irreversível entre as duas nações, em que as personalidades mais famosas dessa guerra foram Kalad – o rebelde que provocou a guerra – e Peacegiver – o homem que devolveu a paz ao mundo. Ao longo dos tempos, Kalad foi visto como um símbolo de horror. O uso dos Fantasmas de Kalad, um exército de presumíveis monstros às suas ordens, foi tão traumatizante que, na atualidade, o seu nome é usado corriqueiramente como uma praga lançada pelos habitantes de Hallandren, como quem profere um palavrão ou maldição. Já Peacegiver, considerado como o primeiro rei de Hallandren embora nunca tenha governado de facto, mandou edificar imensas estátuas de soldados por toda a nação como um lembrete da pacificação concretizada.

Enquanto Hallandren ganhava poder, outros povos cresceram em seu redor, como Kahn Pahl, um povo com tom de pele acastanhada. Apesar de preservarem a sua própria religião, tornaram-se submissos a Hallandren, sendo comum encontrar servos Kahn Pahl nas casas nobres e templos da poderosa nação.

sem-titulo-2
V & V, os dois “Despertadores” (kaladintaichou em tumblr)

O sistema de magia e a religião

Warbreaker apresenta-nos, de caras, uma série de originalidades. Brandon Sanderson é conhecido pelos seus sistemas de magia peculiares. Mais uma vez, a religião do mundo apresentado está intimamente ligada à magia, uma nova invenção bastante original. Passo a explicar.

O sistema de magia criado por Sanderson para Warbreaker é apelidado de BioChromatic Breaths. O que é isto? Cada pessoa possui um Breath. Embora a tradução mais fiel seja “Fôlego” ou “Respiração”, o Breath é muito mais do que a palavra acarreta. O Fôlego são os nossos reflexos, que nos fazem guiar no escuro ou ter a sensação que alguém nos está a espiar, mas também parte da nossa vivacidade como pessoa. Neste mundo, os indivíduos podem doar o seu Fôlego a outros, que os podem acumular – obviamente, isso torna-os muito poderosos. Este sistema de magia está também intimamente ligado às cores, porque quanto mais Fôlego a pessoa tem, mais nítidas são as cores à sua volta, e pode usar essas cores, combinadas com palavras mágicas – os comandos – para fazer uma série de ocorrências incríveis. Os que têm Fôlego para exercer esse tipo de “magia” são os chamados “Awakeners”, que podemos traduzir como Despertadores.

sem-titulo-2
Deusa Blushweaver (axt234 em deviantart)

Na arte do Fôlego, existem quatro níveis a ser utilizados. A forma mais fácil é, através de comandos simples, dar vida a objetos como panos ou cordas, de forma a fazer um tapete voar ou uma corda desamarrar-se, por exemplo. De qualquer forma, é uma situação pouco duradoura, porque mantê-la exigiria gastar grandes quantidades de Fôlego. Apesar de os objetos serem animados, não têm qualquer emoção. Dar vida a pessoas mortas é outro nível desta arte, transformando um cadáver num sem-vida. Não são criaturas esfomeadas de tripas à mostra, como podem pensar, mas homens regressados à vida, com a pele acinzentada e sem emoções. No entanto, o sem-vida guarda as mesmas características físicas e capacidades militares que tinha em vida. Hallandren usa essa técnica para formar os seus exércitos.

“My life to yours. My Breath become yours.”

Os deuses de Hallandren também são um produto desta arte. Assim como os sem-vida, eles são pessoas mortas que regressaram com recurso ao Fôlego, mas ao contrário destes, expressam emoções e mantêm a sua personalidade. Trata-se de um nível mais elevado e exigente da arte. No entanto, estes Devolvidos, como lhes chamam, não se recordam de nada da sua vida anterior. O povo acredita que eles regressaram para os governar e salvar, crença que fundou a religião de Hallandren.

Há ainda um quarto nível que poucos conhecem: dar vida e emoções a objetos inanimados. É algo extremamente difícil e considerado até impossível, mas existe uma poderosíssima espada sensciente (bastante divertida, por sinal) chamada Nightblood, resultado do trabalho conjunto de dois dos Estudiosos ancestrais da arte, que viveram na época do Manywar.

sem-titulo-2
Deuses Lightsong e Blushweaver (khal em 17th Shard)

A actualidade política

Uma guerra avizinha-se entre Hallandren e Idris. Apesar de Hallandren possuir o controle do comércio e exércitos intermináveis de sem-vida, Idris sabe que representa um perigo para Hallandren, uma vez que a família real de Idris é legítima sobre todo o domínio e a qualquer momento pode reclamar a coroa. O rei Dedelin é o pai de quatro filhos: Vivenna, Ridger, Fafen e Siri.

Em Idris predomina uma religião monoteísta, o austrismo, cujos fiéis reverenciam Austre, o deus das cores. Na família real, todos têm cabelos que mudam de cor, consoante as suas emoções. Os vários tons de vermelho podem significar raiva, embaraço ou paixão, o amarelo a felicidade e o branco o medo. Com esforço, no entanto, eles podem manter a cor que mais desejam. Uma das razões para que este povo tanto odeie Hallandren é o uso desmedido que fazem do Fôlego, até porque é do conhecimento comum que os Devolvidos precisam de sugar o Fôlego a alguém, de quando em quando, para poderem sobreviver. Para os Idrianos, isso é blasfémia.

sem-titulo-2
Vasher e Vivenna; Susebron e Siri (the o’jays and Short i em pinterest)

Para manter a paz entre ambas as nações e manter o sangue real na linhagem divina de Hallandren, existe um tratado que decreta o seguinte: a filha mais velha do rei deve casar-se com o Deus Rei de Hallandren. No entanto, Dedelin mantém os seus espiões em Hallandren e parece convicto de que, mesmo respeitando o tratado, a guerra será inevitável e ao seu povo não restam grandes hipóteses de vitória. Ainda assim, não lhe resta alternativa a enviar a sua filha predileta, Vivenna, que havia sido treinada desde muito nova para sobreviver na corte do Deus Rei.

Hallandren é uma nação muito mais sofisticada. T’Telir é a capital, com os seus restaurantes abastados, bairros pobres onde os idrianos que para ali emigraram se ocupam em atividades marginais, e a Corte dos Deuses, um complexo colossal onde vivem os deuses – cada um com o seu palácio – e onde fica o Tribunal dos Deuses. Há deuses com cerca de sete metros de altura, um aumento que ocorreu depois de serem devolvidos à vida. Cada deus tem as suas confrarias de sacerdotes, que os reverenciam e pregam em seu nome. Tudo está a postos para receber Vivenna, a princesa de Idrian, e mesmo em T’Telir, muitos são os que temem pela jovem. Afinal, vai casar com o tenebroso Deus Rei de Hallandren.

sem-titulo-2
Mapa de T’Telir (pinterest)

O jogo muda

Dedelin, o rei de Idris, afinal não é um homem tão venerável como aparenta. Ele gosta tanto da sua filha Vivenna, que em vez de enviá-la para o covil do seu inimigo, opta por enviar a filha mais nova, a pequena Siri. Um verdadeiro bicho-do-mato, rebelde e muitas vezes inconveniente, Siri seria, por ventura, a que menos falta faria ao pai. Com sorte, ninguém perceberia a diferença. A rapariga, que tanto gostava de se aventurar pelas montanhas e achava-se a mais livre dos irmãos, é apanhada de surpresa com a revelação. Será ela, que nunca teve treino específico e nada percebe de política e conspirações, a ser atirada para o ninho dos leões. Para a cama do terrível Deus Rei de Hallandren.

Vivenna aparenta ser um pouco fútil, o fiel retrato de princesa. O que o pai fez à sua irmã, no entanto, não lhe parece justo. Apesar de nunca terem sido próximas, não podia deixar que fosse a irmã a provar tal castigo. Era ela que estava destinada a casar com o Deus Rei. Mentalizara-se desde jovem que o fardo era seu. Assim sendo, em segredo, agarra em Parlin, o jovem amigo da família que todos esperavam que viesse a casar consigo (se o terrível enlace com o Deus Rei pudesse ser evitado), e os dois rumam a Hallandren, para tentar resgatar a sua irmã.

O rumo dos acontecimentos leva-a a Lemex, o velho espião que o pai tinha em T’Telir, mas encontra-o à beira da morte. Nos momentos finais, ele entrega-lhe o seu abastecimento de Fôlego, deixando Vivenna com muito poder e pouca sabedoria para o utilizar. No fundo, uma vez que o abastecimento e a manipulação do Fôlego são considerados pura heresia pelo seu povo, também não expressa muita vontade em dar-lhe uso. É ali que Vivenna se cruza com um divertido e peculiar grupo de mercenários com quem depressa trava amizade. São eles Denth, espadachim, Tonk Fah, gordo e hilariante (com especial aptidão para “perder” os seus animais domésticos), Jewels, mulher rabugenta com um passado triste (foi obrigada a vender o seu Fôlego para a subsistência da família) e Clod, um sem-vida às ordens de Jewels.

sem-titulo-2
Vasher e Denth (MerozArt)

Com eles, Vivenna usa-se do seu papel de princesa e esforça-se para unir os idrianos que vivem na cidade, preparando-os para atacar o coração da capital, salvar a irmã e prevenir o melhor possível o ataque óbvio de Hallandren a Idris. Em paralelo, percebe que o seu companheiro Parlin, que sempre julgou apaixonado por si, está “apanhadinho” pela insípida Jewels, o que a deixa ligeiramente despeitada. Para piorar o cenário, há também que evitar Vasher, um ex-aliado de Denth que, para além de perigoso, parece querer minar todos os seus passos.

Siri entra no terrível Palácio do Deus Rei. Depressa percebe que existem dois tipos de pessoas ali: os servos, a maioria naturais de Kahn Pahl, e os sacerdotes, enigmáticos e arrogantes. É Bluefingers (assim conhecido por ter os dedos sempre cheios de tinta), um escriba e mordomo natural de Kahn Pahl, quem lhe dá conselhos cruciais para a sua nova vida. Não deve fazer perguntas. Deve mostrar-se submissa. Deve dar um filho ao Deus Rei. Assim, todas as noites, Siri entra na câmara nupcial, despe-se diante daquele homem – alto, pálido e de longos cabelos negros – e ajoelha-se à espera que ele use o seu corpo. Estranhamente, ele limita-se a olhar.

sem-titulo-2
Capa do Reino Unido

É aqui, quando o leitor parece desenhar na sua mente o rumo da história, que Brandon Sanderson troca todas as voltas. Vivenna foi enganada. Siri foi enganada. O Deus Rei não passa de um homem a quem lhe arrancaram a língua, e conhece tanto do mundo como uma criança. Os deuses – que passam o dia entediados no seu lazer – pouca interferência têm no jogo político, fazendo somente o que os sacerdotes dizem que é suposto fazer. Siri ensina o Deus Rei a escrever, começa a comunicar com ele, e Sanderson inventa a mais improvável e enternecedora história de amor do mundo da fantasia.

A surpresa aumenta quando o grupo divertido de Denth revela-se uma trupe de vilões a atuar, a troco de dinheiro dos seus mandantes, para despoletar a guerra entre Idris e Hallandren. Uma guerra com propósitos macabros, que nenhuma das nações deseja na realidade. Vivenna, Siri e Susebron – o Deus Rei – percebem tardiamente o que está a acontecer à sua volta. Vasher, o homem misterioso com uma espada falante, e Lightsong, o único deus que parece questionar-se, podem ser os únicos capazes de mudar o rumo dos acontecimentos e evitar a guerra iminente. Os verdadeiros motivos para a guerra, o rosto dos principais vilões e a real identidade de Vasher, porém, vou manter em segredo.

sem-titulo
Vivenna, Vasher e Susebron (pinterest)
SINOPSE:

Sisters Vivenna and Siri are princesses of Idris. Susebron is the God King one must marry. Lightsong is the reluctant minor god of bravery. Vasher is an immortal still trying to undo mistakes of centuries before. Magic from individual breath from everyday objects can perform all manner of miracles and mischief.

OPINIÃO:

Warbreaker é um livro de fantasia disponível gratuitamente no site do escritor Brandon Sanderson, o mesmo autor de Mistborn, Stormlight Archive, Elantris… Vamos lá, Sanderson dispensa apresentações. Precisamos falar sobre Warbreaker. Uma espada que fala e deita fumo negro, cabelos que mudam de cor mediante as emoções, soldados mortos-vivos que são utilizados através de comandos (como robôs), a capacidade de dar vida a objetos inanimados e, principalmente, um panteão de deuses que está bem vivo e habita entre os demais. Querem mais originalidade? O enredo em si parece semelhante a outras obras do género, até que o autor despeja o balde de brinquedos sobre a carpete e vira tudo do avesso.

Cativante, compulsivo e viciante, Warbreaker fez-me vibrar da primeira à última página. A narrativa, pejada de plot twists, encheu-me as medidas. A escrita de Sanderson conquistou-me, acima de tudo nos diálogos, melhorando em relação ao que vi em Mistborn. O sistema de magia de Warbreaker é bastante original e agradou-me, embora seja mais fã de magias tangenciais do que de sistemas de magia como parte de uma identidade/sociedade.

sem-titulo-2
Vivenna e Denth (pinterest)

Somos apresentados a duas princesas que depressa mostram não ser frágeis nem precisar de cavaleiros andantes, mas também a um vasto rol de personagens que são tão empáticos que ficamos de boca aberta ao perceber as suas verdadeiras intenções (que afinal sempre estiveram lá). A nível de personagens, Vivenna e Siri foram muito bem construídas, mas estiveram longe de ser as minhas preferidas. Vasher venceu pela sua aura de mistério e revelações finais, mas como personagem não deu para ver muito – pareceu uma versão mais sofisticada e tristonha do Kelsier de Mistborn. Susebron foi uma boa surpresa e Hoid, o mítico personagem que aparece como figurante na maioria dos livros de Sanderson (o que significa que pode viajar de mundo em mundo), tem aqui uma participação mais explícita que em Mistborn, como um contador de histórias bem informado.

Adorei Jewels e Clod. Apesar de desaparecerem a meio do livro, sei que Brandon pretende trazê-los para a sequência, e percebi a verdade sobre a identidade de um deles. Aliás, todo o bando de Denth e o background do seu passado com Vasher foi excelente. Foram as interações do grupo com Vivenna e os diálogos hilariantes entre Denth e Tonk Fah que me fizeram apaixonar pelo livro. E depois Lightsong. O deus da bravura começou por ter os capítulos mais aborrecidos, e tornou-se qualquer coisa de original e especial. Parece evidente que Sanderson caprichou com este personagem.

sem-titulo-2
Siri (tumblr)

Por outro lado, Bluefingers pareceu-me uma cópia descarada do Varys de Crónicas de Gelo e Fogo, tanto em descrição física como moral. Dêm-lhe uma tez mais morena e pintem-lhe os dedos de azul. Acabou por ter um papel importante, mas uma vez que os seus diálogos foram deliciosos, gostaria que tivesse sido um personagem mais recorrente. Gostei imenso do final de cada personagem e das promessas para uma sequência (até agora indefinida), só não gostei que, assim como em Mistborn, o autor tenha recorrido em demasia ao divino. [MEGA SPOILER COSMERE, gente] Fazer os personagens aumentarem de tamanho e tornarem-se deuses parece tornar-se habitual no autor para fechar os seus enredos, mas não sou nada fã do uso tão aberto de deus ex-machina. [/MEGA-SPOILER COSMERE, gente]. Talvez por isso, Sanderson não esteja ainda no meu top de autores favoritos. Com Warbreaker, porém, está lá perto.

Avaliação: 9/10

Mistborn Era 1 (Saída de Emergência):

#1 O Império Final

#2 O Poço da Ascensão

#3 O Herói das Eras Parte 1

#4 O Herói das Eras Parte 2

Warbreaker:

#1 Warbreaker

White Sand (Dynamite):

#1 White Sand Volume 1

Anúncios

16 thoughts on “Warbreaker, Warbreaker #1

  1. Confesso ter ficado um pouco confusa no início, já que nunca li nada do autor ou a menos, coisa, depois de ler duas vezes foi que realmente consegui compreender, não sou muito de ler esse gênero, por isso alguns termos utilizado eu tive que pesquisar, eu só sei o básico do básico, e seu texto me vez entender que é grande fã, porém ultimante venho procurada livros mais rápidos e fácil de certa forma para entender, pois pelo que pude ver as estória s são interligadas apesar de distintas.

  2. Viva,

    Bem espero que tenha continuação e que seja publicado por cá, mas se foi disponibilizado gratuitamente…duvido que o publiquem cá, é pena pois fiquei com vontade de ler….grande escritor sem duvida 🙂

    Abraço e parabens pelo excelente artigo 😉

    1. Sim, é complicado, se bem que está publicado noutros países – e falados em inglês.
      Mas a prioridade em termos de Sanderson no nosso país será a Era 2 de Mistborn ou a Stormlight Archive.
      Obrigado pelo comentário. Abraço

  3. Oi Nuno!!! sou apaixonada por histórias assim.. onde os autores criam um mundo novo e todo diferente.. fiquei doida para conhecer mais Vivenna. não sei porque, mas de cara já fiquei curiosa sobre ela e sobre como seria sua trajetória.
    eu nunca li livros assim, com uma história densa e grande em inglês. eu leio e falo fluentemente, mas acredito que devem ter algumas palavras específicas. você achou tranquilo de ler? eu achei a história tão legal!! acho que vou tentar kkkkk

    1. Olá isa 🙂 acho que se gosta do tema e lê em inglês tem mais que tentar. Eu tive ajuda do tradutor mas até me saí muito bem.
      Já agora, muito obrigado pelo comentário. Volta sempre e boas leituras.

  4. Gabriela Cerqueira

    Olá, adorei conhecer o autor pois ainda não o conhecia, adorei isso dele criar todo o livro postando em seu blog e incluindo seus leitores em todo o processo, isso é uma ideia genial e sinto que ajuda muito com o feedback

    1. Olá, Gabriela. Eu por acaso estou a fazer isso com o meu livro online Língua de Ferro, mas estou a fazer capítulo a capítulo. Penso que ele já terá postado o livro completo, mas com anotações sobre o que queria e pensava para cada capítulo.
      Obrigado pelo comentário

  5. Pingback: Como Erikson, Sanderson e companhia esmagaram os orcs – Nuno Ferreira

  6. Pingback: White Sand #1 – Nuno Ferreira

  7. Pingback: Resumo Trimestral de Leituras #9 – Nuno Ferreira

  8. Pingback: Porque é Imperial Ler Brandon Sanderson? – Notícias de Zallar

Comentário

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s