A Divulgar: “Lovesenda” pela Editorial Divergência


Se o nome António de Macedo já não é uma novidade para “quase” ninguém, podemos dizer que finalmente temos material novo deste célebre cineasta e escritor nacional para promover. Trata-se de um romance fantástico intitulado Lovesenda ou O Enigma das Oito Portas de Cristal, que mistura o ambiente mais extravagante da fantasia com influências da nossa História medieval. A apresentação é já este sábado, dia 18 de fevereiro, às 16:30 na Biblioteca São Lázaro, em Lisboa.

Para os mais distraídos, aqui fica um pequeno excerto da vasta biografia do autor, disponibilizada no site da editora:

António de Macedo nasceu em Lisboa em 1931. Escritor, cineasta e professor universitário, frequentou a Faculdade de Letras da Universidade Clássica (Curso de Ciências Pedagógicas e antigo curso de Literaturas Clássicas — Grega, Latina e Portuguesa) e a Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, onde se formou em Arquitectura em 1958. Exerceu durante alguns anos a profissão de arquitecto que abandonou em 1964 para se dedicar à actividade de cineasta, escritor e professor. Inclui na sua extensa filmografia dezenas de documentários, programas televisivos e filmes de intervenção sociopolítica, bem como onze longas-metragens de ficção.

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Capa Editorial Divergência

Data 1ª Edição: Fevereiro 2017
Nº de Edição:
ISBN: 978-989-98996-4-3
Nº de Páginas: 507
Dimensões: 170x240mm

SINOPSE:

Altos Príncipes, Senhores de mim, sacerdotisas minhas irmãs — impacientais-vos? Quereis ouvir sem delongas a história abominável da arrebatada paixão da donzela Lovesenda, filha do conde Diogo Enheguiz, por um espectro? A história que está na raiz da sacrílega situação em que me despenhei? Aguardai porém um momento, suplico-vos: toda a alma tem paragens desconhecidas que somos obrigados a percorrer, por mais obscuras, e a alma da donzela Lovesenda e as inconfessáveis impaciências que nela desde cedo se alojaram exibem feias chagas que lhe foram abertas por uma fieira de medonhas investidas do outro mundo, tão feias como as dos secretos e despudorados procederes do conde Diogo, seu pai, e da condessa Châmoa Telles, sua mãe — cada um com sua traição para com o outro, e qual delas a pior.

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