Espada que Sangra: Da Cover Reveal ao Festival Contacto 2018


Em 2011, quando o Game of Thrones me convenceu de que era possível escrever fantasia e ser verosímil em simultâneo, pus de lado os meus rascunhos de policiais inacabados e decidi-me a construir o meu “Dragon Ball na Grécia Antiga”. E então, transformei o Son Goku num rei cobarde e medroso, o Coraçãozinho de Satã num mensageiro negro com duas línguas e dois sexos, o Trunks num jovem mosqueteiro cheio de dúvidas e tirei-lhes todos os poderes que podessem vir a ter, para que se tornassem homens e mulheres com forças e fraquezas, pessoas reais. E coloquei-os na Grécia Antiga.

Bem… digamos que voltei a fazer das minhas e coloquei as cidades-estado da Grécia Antiga na África, com traços de incas, astecas, babilónicos e egípcios na sua génese. Dei-lhes nomes ingleses, espanhóis e italianos, e como se não bastasse, ofereci-lhes armas de fogo do século XVIII, ainda que eles tenham todos os traços da Antiguidade Clássica. Às cidades-estado, chamei-lhes de espadas. E assim nasceu Zallar. Assim nasceu o Espada que Sangra. Porque…

zallar

São loucos aqueles que pensam que as espadas não sangram.

Que o digam Ameril Hymadher e Lazard Ezzila, herdeiros de uma nação portentosa que se vê a braços com um descalabro militar sem paralelo. Quando os mahlan, hominídeos reptilianos que vagueiam pelos desertos, organizam uma investida que faz tremer as muralhas da Liga Parda, é a idoneidade de toda a raça humana que fica em perigo. Mas, por entre a poeira das estepes e os tiros de mosquetes, serão os movimentos subtis dos traidores a fazer sangrar as cidades?

Em 2014, publiquei o Espada que Sangra pela Chiado Editora, mas o sucesso do livro ditou que a série não deveria continuar a ser publicada numa editora em que é o autor quem paga, e eu realmente não tinha como sustentar essa política de publicação. Graças à Editorial Divergência, o Espada que Sangra limou arestas e o nosso trabalho conjunto tornou o livro bem mais clean, bem mais comercial. O lançamento ocorrerá dia 7 de abril, incluído no novo Festival Contacto (Palácio Baldaya, Benfica), organizado pela Imaginauta.

A poucas semanas do grande lançamento, só posso conferir que de 2011 a 2018 Hymadher, Ezzila, Hamsha e companhia cresceram, ganharam carne e osso e saltaram das páginas.

O novo Espada que Sangra está a chegar. Conto com todo o vosso apoio e divulgação.

 

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