Vamos Falar Sobre 2019?


Hello, pessoal! Sejam bem-vindos a bordo para mais uma passagem-de-ano com o NDZ. Podem sentar-se confortavelmente enquanto partilho convosco mais uma retrospetiva do ano que agora termina. Em 2019, o meu blogue ultrapassou as 115 mil visualizações, 41 mil das quais apenas este ano, com uma média diária de 120 visitas. Os países que mais o visitaram, para além do Brasil e de Portugal, foram os Estados Unidos, China e Itália, e pergunto-me continuamente se há assim tantos chineses a perceberem o que eu escrevo. 😀

No ano em que completei 7 anos de blogue, reduzi como tinha previsto o meu fluxo de publicações, de forma a conseguir ter mais espaço para mim e para a minha vida pessoal. A coisa correu de tal forma bem que não precisei perder grande conteúdo publicado para abrandar significativamente o ritmo, acabando por conseguir aglutinar o mesmo conteúdo em menos publicações. O NDZ acabou por beneficiar de alguns sucessos em outras áreas.

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Não foi, porém, um ano fácil. Longe disso. A falta de motivação e os problemas pessoais foram uma constante na maioria dos meses, mas com esforço e empenho acabei por conseguir alcançar algumas metas. Fui convidado pela Saída de Emergência a escrever artigos para os seus números #26 e #27 da versão impressa da Revista Bang!, no primeiro o Não Acordem a Cresta, dedicado à Saga do Império Malazano, e o segundo A Idade Não Conta, uma visita guiada à História da literatura fantástica. Quase mensalmente, continuei a colaborar com a versão digital da revista.

A Bedeteca de Beja, na pessoa do digníssimo Paulo Monteiro, convidou-me para escrever também um artigo para a revista Splaft #15, o Catálogo do Festival de BD de Beja, de que sou parceiro oficial. Ali falei sobre o artista Tyler Crook, convidado da organização em 2019, pelo que só posso agradecer pela oportunidade. O Espada que Sangra foi uma vez mais nomeado para o Grande Prémio Adamastor de Literatura Fantástica, assim como o guia turístico Lisboa Oculta. O meu conto “A Caveira de Deus” foi também um dos finalistas, na categoria conto.

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A nível de eventos, participei em menos. Mas, em alguns casos, menos é mais. Estive pela primeira vez no Festival de BD de Beja, uma experiência excelente que me agradou imenso e que me levou a conhecer vários artistas no género da banda-desenhada, fui à Feira do Livro de Lisboa, estive presente no Festival Vapor no Entroncamento (onde foi lançada a antologia Almanaque Steampunk com o meu conto Mais Que Fazer) e no Fórum Fantástico, em Telheiras. Tive ainda oportunidade de fazer uma mostra do meu trabalho em mais uma edição da Feira das Artes, no CUR de Moita do Norte, em Vila Nova da Barquinha.

Continuei também a minha colaboração com a Editorial Divergência como gestor de conteúdos nas redes sociais. A nível de lazer fui turista em Soave, Verona, Madone, Dalmine e na zona circundante a Bérgamo. Em Portugal estive em Évora e Beja, na Festa dos Tabuleiros em Tomar e na Feira do Cavalo na Golegã, fiz muita praia, muitas “piscinas” a Lisboa e revi amigos que não via há muito tempo. Foi, nesse aspeto, um ano muito bom, mas espero poder fazer mais a esse respeito no ano que em breve se inicia.

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Fonte: https://gfycat.com/fr/shadowyhorribleanole

A minha página de Instagram chegou aos 2400 seguidores ainda antes do verão, mas um bloqueio e alguma falta de dedicação da minha parte a esse respeito faz com que esse número não tenha aumentado muito desde aí. Muitos dos visitantes do blogue chegam até mim através do Google e alguns dos termos de pesquisa que me trouxeram mais público este ano foram:

“the walking dead s09 e12 os sanguinários”

“ler o livro fogo e sangue volume 2”

“a espada de shannara”

“saga fitz chivalry”

“saga assassino e o bobo”

“qual foi o último desejo de geralt”

“os contos mais arrepiantes de howard phillips lovecraft”

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Fonte: https://imgur.com/gallery/7z8oIzY/comment/442730971

Mais uma vez, Steven Erikson e Robin Hobb foram os meus autores de eleição, mas posso dizer que alguns escritores se aproximaram bastante dos lugares cimeiros. John le Carré e Ursula K. Le Guin são aqueles autores de estimação que pelo menos um livro por ano tenho de ler, conheci finalmente Fundação de Isaac Asimov, Joe Hill tornou-se mais um da minha lista de queridinhos com o seu N0S4A2 e Brandon Sanderson surpreendeu-me pela positiva com a saga The Stormlight Archive. Ainda assim, Capustan de Steven Erikson foi a minha melhor leitura deste ano.

Jöel Dicker foi outra surpresa muito positiva, na área dos thrillers (adorei A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert). Em sentido oposto, senti-me algo desiludido com alguns livros de ficção científica como The Three-Body Problem ou O Marciano, e não li assim muitos livros de autores portugueses, nem contos. Tudo Isto Existe, de João Ventura, foi aquele que conseguiu unir estas duas vertentes, e foi uma leitura bem proveitosa, com a chancela da Editorial Divergência.

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Fonte: http://evivaafarofa.blogspot.com/2016/09/lula-perdeu-o-controle.html

Cumpri com os meus desafios semestrais de 2019, que comecei a definir há um ano atrás, e deixo aqui o desafio cumprido do segundo semestre, com alguns livros que não li necessariamente nos meses que estavam estipulados:

JULHO

  • Seca, Neal Shusterman e Jarrod Shusterman (aqui)
  • Moby Dick, Herman Melville (aqui)
  • Ensaio Sobre a Cegueira, José Saramago (aqui)

AGOSTO

  • A Torre da Andorinha, Andrzej Sapkowski (aqui)
  • Nossa Senhora de Paris, Victor Hugo (aqui)
  • O Marciano, Andy Weir (aqui)

SETEMBRO

  • A Rapariga do Tambor, John le Carré (aqui)
  • Aprendiz, Raymond E. Feist (aqui)
  • Mestre, Raymond E. Feist (aqui)
  • O Jogo do Anjo, Carlos Ruiz Zafon (aqui)

OUTUBRO

  • O Feiticeiro e a Sombra, Ursula K. Le Guin (aqui)
  • Frankenstein, Mary Shelley (aqui)
  • The Shining, Stephen King (aqui)
  • Nosferatu, Joe Hill (aqui)
  • A Ilha do Dr. Moreau, H. G. Wells (aqui)

NOVEMBRO

  • The Way of Kings, Brandon Sanderson (aqui)
  • Neuromancer, William Gibson (aqui)
  • Tempestade de Guerra Parte 1 e 2, Victoria Aveyard (aqui)

DEZEMBRO

  • Kafka à Beira-mar, Haruki Murakami (aqui)
  • O Último Cabalista de Lisboa, Richard Zimler (aqui)
  • A Filha do Império, Raymond E. Feist e Janny Wurts (aqui)
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Para 2020, as publicações a chegar às nossas bancas serão várias e espero ter mais livros de Stephen King para ler. Vou começar o ano a ler o terceiro volume de The Stormlight Archive de Brandon Sanderson, sendo que já é conhecida a data de lançamento do quarto volume nos E.U.A., mais para o fim do ano. Em Portugal, o grande destaque vai para o lançamento de Best Served Cold de Joe Abercrombie pela Saída de Emergência, e pela presença do escritor no Festival Bang! em março. Fiquem então com o desafio que estabeleço para o primeiro semestre do novo ano:

JANEIRO

  • Oathbringer, Brandon Sanderson
  • Fundação e Império, Isaac Asimov
  • O Armazém, Rob Hart

FEVEREIRO

  • Clube de Patifes, Dan Simmons
  • Shadows Linger, Glen Cook
  • Coma, Robin Cook

MARÇO

  • Jesus Cristo Bebia Cerveja, Afonso Cruz
  • O Gerente da Noite, John le Carré
  • Lolita, Vladimir Nabokov

ABRIL

  • Boneco de Neve, Jo Nesbo
  • Os Reinos do Norte, Philip Pullman
  • Carrie, Stephen King
  • Best Served Cold Parte 1, Joe Abercrombie

MAIO

  • As Vinhas da Ira, John Steinbeck
  • A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera
  • Windhaven, George R. R. Martin e Lisa Tuttle

JUNHO

  • O Livro dos Baltimore, Jöel Dicker
  • A Conspiração dos Antepassados, David Soares
  • Equador, Miguel Sousa Tavares
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Esta ordem não tem necessariamente de ser cumprida ou lida nestes meses, desde que chegue ao fim do semestre com todos os livros lidos. Assim é o desafio que estabeleço a mim mesmo e que em 2019 cumpri com tranquilidade. Passo agora à listinha dos artigos mais populares no blogue este ano:

Assim como em 2018, a maioria dos artigos mais populares foram escritos em 2017, mas alguns também em 2018 e 2019, sendo que há ainda os clássicos de popularidade, como o especial de teorias sobre o final das Crónicas de Gelo e Fogo, os 10 Motivos para as ler e os especiais sobre o Império Malazano, o Reino dos Antigos e O Nome do Vento. Os livros de A Espada de Shannara, Império das Tormentas e The Witcher continuam a ser os mais procurados no blogue.

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Fonte: https://tenor.com/es/ver/zack-and-cody-slick-dancing-gif-4471875

E a travessia do ano está quase a acontecer. Por isso, é hora de deixar o blogue e o computador e juntar-me à família e aos amigos para mais uma passagem de ano. A todos vós, o meu profundo agradecimento por continuarem aí desse lado, ano após ano. Em dezembro de 2020, espero estar mais uma vez aqui convosco a comemorar mais um ano com saúde e amor, com a publicação de mais dois livros (assim o espero!) e contos. Que para mim, como para vós, seja um ano cheio de luz e de pequenos grandes sucessos. Feliz Ano Novo!

4 comentários em “Vamos Falar Sobre 2019?

  1. Parabéns por todas as conquistas Nuno! E espero que 2020 te traga ainda mais oportunidades para continuares a crescer.

    1. Olá Ana.

      Muito obrigado 😊

      Feliz 2020 😚😚

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