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O Notícias de Zallar é um site de divulgação literária. Aqui podes estar por dentro de tudo o que de melhor é feito e publicado no segmento Ficção Especulativa (e não só) em Portugal e conhecer um pouco do meu trabalho e dos meus ídolos. Segue-me no facebook, no twitter e no instagram e fica a par de todas as novidades.

EM DESTAQUE

Espada que Sangra: Lançamento

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Palácio Baldaya, um edifício peculiarmente vestido de azul na Estrada de Benfica, em Lisboa. 7 de abril de 2018, pelas 14 horas. Teve início o lançamento do meu livro Espada que Sangra, primeiro volume da série Histórias Vermelhas de Zallar, integrado no Festival Contacto, organização da Imaginauta, Palácio Baldaya e Junta de Freguesia de Benfica. Após uma pequena e lisonjeira apresentação por parte do editor Pedro Cipriano em nome da Editorial Divergência, tive o prazer de falar à assistência sobre os primórdios de Zallar, as minhas fontes de inspiração e o processo que culminou neste “pequeno” livro de fantasia adulta.

Aquilo que começou como a ideia de uma fantasia inspirada em “Dragon Ball na Grécia Antiga” ganhou uma identidade muito própria a partir do momento em que, em finais de 2011, a série Game of Thrones me instou a escrever uma fantasia credível, mínima em elementos fantasiosos e que conseguisse captar os traços mais vívidos da nossa História. Assim nasceu o Espada que Sangra, um livro publicado inicialmente em 2014 numa vanity-press, que viria a conquistar primeiro a blogosfera até chegar a proposta da Divergência. Agora, chegou a vez do monstro brilhar numa edição de referência. [LER +]

ESTIVE A LER

O NDZ recomenda as seguintes leituras :

Estive a Ler: A Revelação do Bobo, Saga Assassino e o Bobo #2

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2018 trará a Portugal Robin Hobb e não será novidade para vós que, nos últimos tempos, falar do Reino dos Antigos aqui no NDZ traz elogios pela certa. A autora californiana passou de um quase “ódio de estimação” para uma das minhas autoras preferidas em questão de meses, graças à minha Perseverança. Perceberam o trocadilho? Não? [Perseverança é o nome de uma personagem desta nova série.]

Deixemo-nos de humor, que como já viram não tenho Talento [ups] para ele, e falemos deste A Revelação do Bobo. Trata-se do segundo volume da série Fitz and The Fool, publicada em Portugal pela Saída de Emergência como Saga Assassino e o Bobo, a terceira protagonizada pelo personagem FitzCavalaria Visionário. Este livro corresponde à primeira metade do segundo original, Fool’s Quest, traduzido por Jorge Candeias e com um total de 368 páginas. [LER +]

Estive a Ler: Os Portões da Casa dos Mortos, Saga do Império Malazano #2

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Lançada em Portugal pela Edições Saída de Emergência, a Saga do Império Malazano é considerada uma das melhores séries de fantasia épica da atualidade. Escrita pelo canadiano Steven Erikson, arqueólogo e antropólogo de profissão, é comummente descrita como uma saga complexa, de difícil compreensão para quem está acostumado a histórias entregues de bandeja que envolvam uma trama restrita de personagens.

Não obstante o caos para o qual o leitor é atirado de cabeça, a Saga do Império Malazano traz tudo o que um amante de fantasia adulta mais pode desejar. Com tradução de Carol Chiovatto e adaptação para pt-pt de Susana Clara, Os Portões da Casa dos Mortos, o segundo volume, foi dividido em Portugal em dois livros, sendo que este compreende as primeiras 416 páginas da publicação original. [LER +]

Estive a Ler: O Sangue, Monstress #2

Publicado pela Edições Saída de Emergência, Monstress faz parte do segmento da editora dedicado às bandas desenhadas. O segundo álbum conta com a tradução de Renato Carreira e edição de Safaa Dib e reúne os números 7 a 12 da publicação original. Monstress é publicado nos E.U.A. pela Image Comics e venceu os prémios Hugo e British Fantasy Award em 2017 na categoria de Melhor Banda Desenhada.

A autora americana Marjorie Liu é conhecida pela participação em BD’s da Marvel Comics como X-23 ou Viúva Negra, mas foi com Monstress que acabou indicada ao Eisner, em 2016. A arte é responsabilidade da premiada artista japonesa Sana Takeda, também ela muito ligada à Marvel, em títulos como X-23 ou Miss Marvel, e à Sega, onde trabalhou como designer. [LER +]

Especial

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Especial: 10 Motivos Para Ler as Crónicas de Gelo e Fogo

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Todos sabemos que as Crónicas de Gelo e Fogo são uma das sagas de fantasia mais conhecidas em todo o mundo, laureada pelos fãs do género. Empolado pela adaptação televisiva, a série Game of Thrones, o trabalho mais conhecido do autor George R. R. Martin é tema de estudos, rico em merchandising e, para além de ter inspirado milhares de escritores, é também utilizado como chamariz para lançar livros de economia, receitas gastronómicas ou documentários históricos. Um mundo fantástico envolvente e apaixonante, credível e real, que trouxe milhões de leitores para a ficção especulativa e devolveu a popularidade às histórias medievais.

Ainda assim, há um vasto público que nunca leu os livros, ora porque julgam que a série da HBO lhes conta toda a história, ora porque se sentem constrangidos pelo estigma erróneo de que a fantasia é um género menor, destinado para crianças e adolescentes, sem qualquer tipo de riqueza literária. É este um dos principais motivos pela falta de público literário no género fantástico. A maioria dos livros de fantasia atualmente são destinados ao público adulto, e este público continua a julgar que eles são para adolescentes. [LER +]

Especial: Os Grandes Mistérios de Patrick Rothfuss

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Tenham ou não lido algum dos seus livros, o nome Patrick Rothfuss é bem familiar para qualquer fã de fantasia. Aquele sujeito misterioso que parece fazer um cosplay do Hagrid de Harry Potter em cada aparição, é tão somente um dos mais talentosos autores da literatura fantástica mundial. Um dos mais amados e odiados. Amado por uns, odiado por outros, e muitas vezes, amado e odiado pelos mesmos. O motivo? Pat Rothfuss é dono de uma escrita capaz de envergonhar alguns poetas célebres, o seu personagem central é um dos mais carismáticos do multiverso fantástico e a sua história está carregada de mistérios e charadas. O problema? Só publicou 3 livros, um deles sendo um mero spin-off sem relevância aparente, e parece ter deixado todas as respostas para o último e eternamente adiado volume final da sua série.

A trilogia que se predispôs a escrever é conhecida em Portugal como Crónica do Regicida, cuja ideia passa por apresentar um anti-herói no outono da vida, a gerir uma estalagem vulgar numa povoação remota. A personagem esconde a sua verdadeira identidade do mundo que o julga morto, pois as suas façanhas despertaram inimigos tenebrosos da mesma forma que inspiraram canções e lendas. Quando salva a vida a um cronista que por ali passava, porém, resolve a contar a sua verdadeira história para que fique registada, e cada um dos três volumes corresponde a cada um dos três dias que ele leva a narrar os acontecimentos que constituirão a sua inusitada biografia. [LER +]

Especial: “O Reino dos Antigos” de Robin Hobb

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Há artigo especial dedicado à rainha da fantasia épica? Há sim. Sentem-se nas cadeiras, amarrem os cintos e encomendem as pipocas, porque vamos ter muito do que falar. Publicada em Portugal pela Edições Saída de Emergência, a série Realm of the Enderlings tem encantado leitores em todo o mundo, e o NDZ está disposto a escrutinar o mundo que levou Robin Hobb a ser considerada essa coca-cola toda. FitzCavalaria Visionário, um dos protagonistas, carrega aos ombros uma coleção literária a que nenhum fã de literatura fantástica consegue ficar indiferente.

O Reino dos Antigos divide-se em 5 trilogias, sendo que em Portugal só conhecemos a 1.ª, a 3.ª e a 5.ª (a ser publicada atualmente). Nomeadamente, as séries protagonizadas por FitzCavalaria. A Saída de Emergência tem publicado cada uma das trilogias em 5 livros, mantendo o primeiro volume de cada igual ao original e dividindo os restantes dois volumes. Vamos saber mais sobre este reino e sobre aquilo que o diferencia dos demais. [LER +]

A DIVULGAR

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A Divulgar: Catálogo G Floy Studio 2018

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O ano que passou foi cheio de boa banda desenhada no nosso país e a G Floy Studio foi uma das principais impulsionadoras do mercado. 2017 foi um dos melhores anos de BD em Portugal e a G Floy quer continuar ao mesmo ritmo em 2018. Aqui têm então uma pequena antevisão do que o ano vai trazer de novo. Até ao verão, se tudo correr como o previsto, serão cerca de 25 livros. As séries de sempre continuarão, claro está, mas pelo menos duas delas não estão incluídas nas novidades mais próximas: Saga 8 ainda não saiu nos EUA, tal como Southern Bastards 4, pelo que a editora decidiu empurrar esses dois títulos para setembro.

Tony Chu: Detective Canibal deverá ter mais dois volumes até ao verão, assim como Harrow County (o volume 3 que tinha sido originalmente previsto para dezembro sai já em janeiro), e Outcast e The Wicked + The Divine terão mais um volume. Serão também iniciadas novas séries: Descender, de Jeff Lemire e Dustin Nguyen, Os Malditos (The Goddamned), de Jason Aaron e RM Guéra e O Legado de Júpiter, por Mark Millar e Frank Quitely, de que serão lançados dois volumes até julho. Por falar em Mark Millar e na Millarworld, muito na berra depois de ter sido adquirida pela Netflix, a G Floy irá lançar também outros livros do autor: Imperatriz, com arte de Stuart Immonen, MPH, com arte de Dencan Fegredo, e Starlight, com ilustrações de Goran Parlov. [LER +]

A Divulgar: Ilustrações de “Oathbringer” de Brandon Sanderson

Cubiertas

Oathbringer é o título do tão aguardado terceiro volume de The Stormlight Archive, a obra-prima de Brandon Sanderson que tem deixado os fãs em grande ansiedade. A edição americana chegou finalmente às bancas, e um dos detalhes que tem feito mais sucesso tem sido a ilustração do livro. Para além da fantástica capa de Michael Whelan, o livro conta com ilustrações de Dan dos Santos (que já havia ilustrado a Edição Comemorativa dos 10 anos de O Nome do Vento) e de Howard Lyon, que destacam alguns dos personagens mais lendários da história.

Os dois primeiros desenhos, trabalho de Dan, representam Ishtar e Shalash, enquanto as duas obras de Lyon ilustram Jezerezeh e Vedeledev. Os quatro personagens são Heralds, uma facção mística de Roshar que, exaustos pelo sem-número de batalhas, puseram um ponto final nas guerras contra os enigmáticos Voidbringer, comunicando ao mundo a sua vitória. [LER +]

A Divulgar: “Elric de Melniboné” em Versão Ilustrada

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A sua primeira aparição num conto data de 1961, na revista Science Fantasy, mas foi onze anos mais tarde que o primeiro romance de Elric de Melniboné viu “a luz do sol”. Numa época marcada por heróis de capa e espada, Michael Moorcock criou um protagonista enfermiço, cheio de debates interiores e de comportamentos ambíguos. Elric de Melniboné tornou-se uma referência na literatura de género, ombreando com nomes sonantes como o cimério Conan ou o puritano Solomon Kane de Robert E. Howard, entre outros.

Publicado pela Edições Saída de Emergência em 2007, Príncipe dos Dragões é o título português do primeiro volume protagonizado por Elric of Melniboné. Influenciado por um poema de Bertold Brecht, Moorcock criou aquele que viria a tornar-se um dos personagens mais conceituados do género fantástico do último século. Em 2018, a editora americana Centipede Press, fundada em 2001 por Jerad Walters, traz ao mundo uma edição especial e ilustrada de um livro que conquistou milhões de fãs ao longo das décadas. A arte pertence ao polaco Piotr Jabłoński, artista conceitual famoso pelos tons lúgubres e cinzentos. [LER +]

FALA-SE DE

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Fala-se de: The Last Jedi, Star Wars Episode VIII

Esqueçam as vossas noções de ciência. Esqueçam aquilo que entendem por ficção científica. Star Wars nunca foi sinónimo de credibilidade ou complexidade narrativa. Talvez por isso eu nunca me tenha considerado um fã dos mais acérrimos. Mas também nunca foi para isso que Star Wars foi feito. Ele foi feito para trazer ao público a espectacularidade dos efeitos especiais, para levar a debate a dicotomia bem contra o mal sempre na sua vertente mais simplista. Mas, como em tudo, são os planos mais simples aqueles que conseguem chegar mais profundamente ao público. E cativá-lo. Se juntarmos a isso um ritmo imparável e uma sequência de volte-faces de nos fazer pular da cadeira, então The Last Jedi cumpre na perfeição aquilo que a franquia sempre prometeu.

Com J.J. Abrams como produtor executivo e Rian Johnson no guião e direção, The Last Jedi é o terceiro filme Star Wars desde que Kathleen Kennedy tornou-se presidente da Lucasfilm e gerente da marca. Daisy Ridley, Adam Driver, Mark Hamill, Carrie Fisher, John Boyega, Oscar Isaac, Gwendolyn Christie, Andy Serkis e companhia regressam aos personagens que protagonizaram The Force Awakens, agora com a adição ao elenco de alguns nomes sonantes como Benicio del Toro e Laura Dern. As forças da Resistência são lideradas pela General Leia Organa, enquanto a Primeira Ordem é comandada pelo Líder Supremo Snoke. Neste filme, a esperança do exército rebelde em sobreviver depende muito do sucesso de Rey na aprendizagem como Jedi junto do lendário Luke Skywalker. [LER +]

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Fala-se de: Blade Runner 2049

Com direção de Denis Villeneuve e argumento de Hampton Fancher e Michael Green, Blade Runner 2049 é a tão esperada sequela do clássico de 1982 dirigido por Ridley Scott, que tardiamente ganhou reconhecimento assim como tardiamente conheceu uma sequência. Falamos de um produto neo-noir passado num período pós-moderno, onde a espécie humana recorreu ao desenvolvimento de inteligências artificiais (os replicantes) para realizar os trabalhos que menos se interessavam em fazer. Uma das principais questões em debate é: onde se encontra a humanidade? Nos seres humanos ou naqueles que estes criaram?

Passado trinta anos após os acontecimentos do primeiro filme, Blade Runner 2049 apresenta-nos um mundo fragmentado, respaldado nas criações artificiais para sobreviver no moribundo ecossistema do planeta Terra. As colónias humanas continuam a ser exploradas pela Tyrell Corp, agora nas mãos do megolámano Niander Wallace, personagem interpretado por Jared Leto. Deste modo, a população endinheirada vive as mordomias das colónias extraterrestres, enquanto a Terra, poluída e parcialmente abandonada, é lar das classes pobres de humanos, mas sobretudo dos imensos replicantes que as habitam, ocupando posições diversas na estratificação social terrena. [LER +]

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Fala-se de: Game of Thrones T7

A tão aclamada sétima temporada de Game of Thrones chegou ao fim, e poucos são os que não viram os sete episódios exibidos em 2017. Emilia Clarke, Kit Harington, Lena Headey e companhia foram os rostos de uma das temporadas mais aguardadas, com uma sequência de reencontros e de confluências que a maioria dos fãs aguardava desde a primeira temporada. Nem mesmo a diminuição de episódios ou de elenco veio roubar público ao programa, que registou as melhores audiências desde o início da mesma.

David Benioff e D. B. Weiss continuam como showrunners e produtores executivos, ficando seguramente na História do pequeno ecrã pelo trabalho na série da HBO. É responsabilidade deles parte do sucesso de Game of Thrones e muito da conclusão narrativa que testemunhamos semana após semana em direção ao grande final. Contudo, há que realçar que limitam-se a trabalhar sobre a obra de um mestre literário chamado George R. R. Martin, e as escolhas que têm deliberado não são imunes à crítica. Defenda-se ou não o trabalho da dupla, é inegável que o seu cunho pessoal afastou a série do rumo que a levou ao sucesso. [LER +]

POST-IT

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Desafio 2018

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2018 chegou, e com ele dou as boas-vindas a todos os seguidores do NDZ. Espero que o ano que agora chega vos traga tudo o que mais desejam, todas aquelas coisinhas boas que se tornaram cliché desejar nesta época do ano, muita alegria de espírito e, como não podia deixar de ser, muitos e bons livros. Cá para nós, há poucas coisas melhores.

Para mim, desejo que seja tão bom quanto foi 2017. Se 2016 já havia sido produtivo aqui no site, com o fecho de parcerias, o uso do meu nome para publicidade editorial e um crescimento significativo de seguidores em relação aos anos anteriores, 2017 veio coroar essa tendência. Das 31.809 visualizações que alcancei até ao último dia do pretérito ano, 15.397 foram verificadas em 2017, o que é sensivelmente metade das visitas efectuadas em cinco anos e meio de publicações. [LER +]

Itália 2017

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Um ambiente charmoso, uma gastronomia deliciosa e destinos turísticos lindíssimos são aquilo que o país em forma de bota mais promete – e cumpre – àqueles que o visitam. A minha visita deste ano a Itália coincidiu ainda com os dias mais amenos de outono, mas pude experimentar já um pouco do frio húmido que o norte do país reserva a quem o visita. E que faz do nosso frio invernal um pouco mais agradável em comparação. O ano passado, na mesma época, porém, senti-o com maior intensidade.

Foi uma viagem familiar, uma vez que a minha companheira é italiana e fomos visitar a família, mas também deu para passear bastante. Entre shoppings, pizzas e visitas a monumentos, assisti a um concerto de música clássica numa igreja, conheci a cidade de Milão e desbravei um pouco mais da citá alta de Bérgamo em noite de Halloween. Em Milão, visitei várias igrejas, o Castelo Sforzesco e os seus museus, o Parco Sempione – onde andei no ascensor da Torre Branca – e as ruas glamourosas, como por exemplo a famosíssima Galeria Vittorio Emanuele. Também assisti ao magnífico pôr-do-sol no terraço do Duomo de Milão, a não esquecer. Enfim, mais uma viagem incrível que espero repetir sempre que possa, naquele que considero já o segundo país em que me sinto em casa. [LER +]

Fórum Fantástico 2017

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Mais um ano, mais uma ida ao Fórum Fantástico. O certame anual dedicado à Ficção Especulativa regressou à Biblioteca Orlando Ribeiro em Telheiras, de 29 de setembro a 1 de outubro. Organizado por Rogério Ribeiro, João Morales e a Épica (Associação Portuguesa do Fantástico nas Artes), o Fórum Fantástico deste ano trouxe várias surpresas, entre elas a existência de uma banca exterior de venda de livros usados, a realização em simultâneo da EuroSteamCon e a presença do autor Mike Carey, conhecido argumentista de X-Men e Lucifer, que lançou recentemente no nosso país, pela Nuvem de Tinta o livro A Rapariga que Sabia Demais.

Este ano tive o privilégio de estar presente no dia 30 de manhã e à tarde, onde registei com agrado uma grande afluência de participantes, especialmente devido à colaboração do pessoal do cosplay e do steampunk. O meu destaque vai, no entanto, para o workshop que decorreu no Auditório a partir das 10:30. Pedro Cipriano e Bruno Martins Soares partilharam com o público algumas ideias muito interessantes sobre Mundicriação e Escrita Criativa (e o Bruno ainda atirou uma melancia ao público xD ). À tarde, Rogério Ribeiro esteve À Conversa com o Especulatório, onde pudemos conhecer muitas das atividades em que este grupo empreendedor e peculiar tem desenvolvido com especial incidência para os jogos de RPG. [LER +]

AS ORIGENS DE ZALLAR

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Fica por dentro de As Origens de Zallar, um companion para o meu livro Espada que Sangra. Trata-se de uma série de artigos escritos entre 2014 e 2015 onde podes conhecer as minhas influências para a conceção da saga Histórias Vermelhas de Zallar. Podes também conhecer pormenorizadamente cada uma das personagens.

Lê aqui os artigos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10

ONLINE E GRÁTIS

Lê o meu livro Língua de Ferro: Um Sacana Qualquer gratuitamente, informa-te sobre a conceção do livro através da minha nota de autor e conhece melhor o perfil das personagens.

Sem título

Lê aqui os capítulos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33

NO AR PAIRA ALGO MALIGNO…

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Adquire a antologia de terror paranormal da Editorial Divergência Os Monstros que nos Habitam e lê o meu conto de zombies A Maldição de Odette Laurie, o primeiro do livro. Podes conhecer aqui as personagens do conto.

PARCERIA “EDIÇÕES SAÍDA DE EMERGÊNCIA”

Já à venda (visita o site):

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Nota: As imagens reproduzidas têm a devida fonte nos artigos a que correspondem.

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