Lançamento “Os Monstros que nos Habitam”

Sem título 2Foi este fim-de-semana o lançamento da nova antologia da Editorial Divergência, Os Monstros que nos Habitam. No sábado, a acolhedora Biblioteca São Lázaro em Lisboa, e no domingo, o Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, receberam o duplo lançamento. Se Lisboa conheceu três dos seis autores da antologia, Nuno Ferreira, Ângelo Teodoro e Patrícia Morais, Vila Nova da Barquinha apenas teve a oportunidade de ouvir-me falar sobre o meu conto “A Maldição de Odette Laurie”. Claro está, ao Pedro Cipriano da Editorial Divergência coube a tarefa de falar pelos outros autores e apresentar os extraordinários contos publicados na antologia. Deixo-vos com as fotos possíveis do duplo lançamento.

Os Monstros Que Nos Habitam
Flyer: Editorial Divergência
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Foto: Cristina Alves
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Foto: Patrícia Morais
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Foto: Nuno Ferreira
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Foto: Nuno Ferreira
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Foto: Editorial Divergência
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Foto: Editorial Divergência
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Capa: Editorial Divergência

Está aí: Os Monstros que nos Habitam

É verdade! Estamos a chegar ao fim-de-semana do lançamento da antologia. “Os Monstros que nos Habitam” é uma antologia da Editorial Divergência focada no paranormal. Abre com um conto meu – A Maldição de Odette Laurie – e tem ainda mais cinco contos de cinco grandes talentos nacionais. Sábado, às 17h30, na Biblioteca São Lázaro em Arroios, Lisboa, e domingo, às 16h00, no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, podes comprar o teu exemplar e ficar a saber mais sobre este livro fantástico.

Confirma a tua presença nos eventos do facebook (aqui e aqui) ou compra online (aqui). Contamos contigo.

Os Monstros Que Nos Habitam

NO AR PAIRA ALGO MALIGNO…

Os mortos erguem-se das campas, os espíritos rondam a calçada, os demónios caçam almas para torturar e os cientistas tentam encontrar a fórmula para ressuscitar os mortos.

Os Monstros Que Nos Habitam é a mais recente antologia da Editorial Divergência, focada no paranormal. Nela estão incluídos seis contos de seis autores portugueses, e tem o lançamento previsto para o final de Abril de 2017.

Na Essência do Mal, de Alexandra Torres, após escapar das garras do marido, Clara encontra refúgio num casarão. Contudo, por detrás da aparência débil, Amadeu guarda um segredo do qual se quer ver livre. E Clara parece ser a pessoa idónea para o conseguir.

Em Vento Parado, de Ângelo Teodoro, César compra uma casa longe de tudo para escrever o seu novo romance. Mas um homem insiste que aquela casa lhe pertence e que César tem três dias para sair de lá. E o tempo já começou a contar: 3…

Páginas Assassinas, de Carina Rosa, descreve uma série de mortes que estão a acontecer numa faculdade enquanto Liliana e Sandra tentam descobrir quem é o autor dos homicídios.

A Maldição de Odette Laurie, de Nuno Ferreira, conta como Odette foi expulsa da sua aldeia após ter sido acusada de bruxaria. Anos mais tarde regressa para concluir a sua maldição.

No Canto da Sereia, de Soraia Matos, Amanda parte em busca de respostas em relação ao seu passado e aos seus pais, tentando fugir daqueles que a querem ver presa.

Em Génesis, de Patrícia Morais, Fiona descobre que o Doutor Darwin está a fazer experiência ilegais com humanos e só ela o poderá deter a tempo de evitar o caos.

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CRÍTICA:

Depois de ler, vai desejar não o ter feito. Um passaporte para noites de insónia. – Diogo Sal

Um livro mágico que agradará aos fãs do fantástico e que nos mostra que Portugal está repleto de vozes talentosas neste género literário. – Roberta Frontini, FLAMES

Qualquer antologia com talentos como esta vale a pena. E, por esta altura, já aprendemos que as da Editorial Divergência valem muito a pena. – Marco Lopes, O Senhor Luvas

Os Monstros Que Nos Habitam é uma antologia corajosa e promissora que combate o estigma que só lá fora se escreve boa ficção sobrenatural. Numa multiplicidade de narrativas que agradará não só aos amantes do paranormal aqui está a prova que ainda há muito bom talento em Portugal que merece ser explorado. – Mafalda Férias, Algodão Doce para o Cérebro

Sessão de Autógrafos na Feira da Ascensão (Chamusca)

Chegamos a maio e maio abre-nos a porta às épocas festivas com a grande Feira da Ascensão, na Chamusca, uma das mais famosas do Ribatejo. Este ano tive o prazer de estar presente, não só como espectador, como é habitual, mas também como autor convidado da Feira do Livro do certame. Depois de já ter tido o privilégio de ser convidado pela Rota do Livro para a Alpiagra, em setembro, voltei a aceitar o convite da organização. Ao lado da autora Cátia Salvado Fonseca, enfrentei a noite de temporal, que não impediu que fossem vários os transeuntes a chegar e a adquirir o meu livro Espada que Sangra. Uma noite de autógrafos para recordar e repetir. Aqui ficam as fotos:

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Espada que Sangra: Apresentação em Moita do Norte

Foi com um prazer indescritível que no passado domingo, dia 14 de Dezembro, levei o “Espada que Sangra” à terra que me viu crescer e à casa onde sou diretor, e que faz parte de mim desde sempre: o Clube União de Recreios de Moita do Norte.

Para isso juntei os dois grupos da associação onde pratico dança e canto: a Escola de Dança Desportiva do CUR e a Tuna TCUR. O resultado só podia ser aquele que se viu: uma sala cheia e muita animação. O evento começou com a Escola de Dança. Foi a primeira vez para muitas daquelas meninas que dançaram em público e não estiveram nada mal. Depois começaram a dançar os pares mais experientes que, como sempre, arrasaram.

Foi então a vez de eu pegar no microfone. Ao meu lado na mesa de apresentação esteve o Vereador da Cultura, o Exm.º Ricardo Honório e a minha amiga e diretora da Escola de Dança a Dr.ª Rosário Correia. Tive a honra de poder responder às perguntas mais frequentes sobre a minha obra, que resolvi coletar para apresentar em público. Falei sobre a história, sobre como nasceu este mundo, como nasceu o meu gosto pela escrita, e também dos planos para o futuro. Posteriormente, atuou a TCUR, e até fui chamado para cantar com o grupo. Depois seguiu-se a sessão de autógrafos e um pequeno lanche onde todos os presentes puderam confraternizar. Foi, enfim, uma tarde bem passada.

Aqui ficam algumas das fotos:

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Espada Que Sangra: Entrevista ao Delícias à Lareira

Entrevista a Nuno Ferreira, autor de “Espada que Sangra”

Nova saga fantástica chega às prateleiras

“Espada que Sangra” é o primeiro romance de fantasia de Nuno Ferreira, 29 anos, natural de Vila Nova da Barquinha. Passado num mundo fantástico e violento, de civilizações e personagens complexas, promete satisfazer os fãs deste género. O Delícias à Lareira manteve-se à conversa com Nuno Ferreira para levantar a ponta do véu sobre o livro – e quem o escreveu.

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– “Espada que Sangra” é o teu primeiro romance, e está inserido no género fantástico. Que tipo de estória os leitores vão encontrar?

Decididamente, não vão encontrar uma estória para embalar bebés. 😀 É verdade, “Espada Que Sangra” é a obra que marca a minha estreia na ficção, e logo neste género tão controverso quanto é o fantástico. Costumo usar o slogan “Arrisca-te a entrar no sangrento mundo de Zallar, atreve-te a sobreviver, apaixona-te”, e é mesmo isto. É um mundo extremamente violento, com cabeças e membros de personagens decepados, com arenas sangrentas onde pumas e panteras divertem a população enquanto estraçalham escravos, e onde violações e assassinatos são o prato do dia. É a estória dos reis de duas cidades-estado, o Rei Hymadher e a Rainha Ezzila, que tiveram um grande romance na juventude e tiveram que se separar pelas contingências da vida. É a estória de um mundo em que não se pode confiar em ninguém, de um mundo afectado por uma grande ameaça externa que é a sofisticação mental e tecnológica das criaturas dos desertos que ameaçam as fronteiras. É neste contexto tão violento que o leitor vai poder conhecer este mundo e torcer pelos seus personagens predilectos. Porque sim, numa envolvente tão cruel, há alma e esperança, e é isso que faz o leitor não desgrudar de Zallar.  Posso dizer que esta saga está para os seguidores de Guerra dos Tronos ou Crónicas Saxónicas como uma banana para um chimpanzé. 🙂 Pode não lhe matar a fome, mas satisfaz.

– E que género de personagens povoam o livro?

Personagens complexos, sem dúvida. Tens um rei com tanto de íntegro quanto de inseguro, uma rainha tão bondosa quanto por vezes cruel, uma mulher devastada por um passado horroroso, na corda bamba entre o certo e o errado, tens um vilão com uma visão inigualável, amargurado pelas injustiças de que foi alvo, um homem obstinado em fazer jus ao seu nome e em honrar os seus antepassados, e até um menino que sofre pelas humilhações a que foi submetido. No fundo, todos eles viram a sua personalidade moldada pelo passado que viveram e isso terá, irremediavelmente, consequências não só para o seu futuro, como para o futuro deste mundo fantástico.

– Como surgiu a ideia inicial de “Espada que Sangra”?

Nem sei bem, qualquer coisa que nasceu na minha cabeça quando estava a ler um livro do Steven Saylor, andava a ver a primeira temporada de Guerra dos Tronos na TV e tinha visto um filme do Conan, daqueles antigos do Arnold Schwargeneger. A história que nasceu nessa altura está muito longe da história que apresento no meu livro, mas posso dizer que o esqueleto da obra nasceu aí, e os primeiros rascunhos de capítulos da Ezzila foram mesmo escritos nessa época. Acabei por desistir, mas mais tarde voltei a pegar a sério nesse meu esboço e o que tinha pensado para um livro, acabei por perceber, tinha de ser desenvolvido em três volumes. Os dois últimos – dos cinco que pretendo escrever – servirão para poder concluir a saga sem precipitações, para que não aconteça tudo repentinamente.

– Conseguimos facilmente perceber que “Espada que Sangra” está inserido num outro mundo, criado pelo Nuno. O que o inspirou a criá-lo? Baseou-se em civilizações antigas?

“Espada que Sangra” é o primeiro volume de Histórias Vermelhas de Zallar, e é no mundo de Zallar que ele se passa. Em primeiro lugar, para escrever um livro de fantasia, tinha que criar um mundo, o que é um processo sempre moroso e complicado para qualquer escritor. Quis afastar-me desse mundo medieval tão presente no género, mas é um tipo de mundo tão enraizado em todos os amantes de fantástico que há traços que indubitavelmente estão lá. Namantisqua foi uma nação que eu “roubei” a uma história de fantasia que tinha escrito na minha adolescência, o nome derivava de um feiticeiro que ali morava chamado Namantis. Temos as Terras Altas com as suas montanhas espinhosas, habitada por monstros Peludos e piratas sem escrúpulos, as Terras Quentes inspiradas claramente na região da Amazónia, na América Central e na Babilónia, nas civilizações incas, maias, astecas e também na suméria e acadiana, com o seu toque de sobrenatural – ali os seus personagens montam cavalos de fogo – e claro, Terra Parda, onde se passa este primeiro volume, é um local de desertos e savanas, onde existem cidades-estado como na Grécia Antiga. Tens Hyldegard mais inspirada na Pérsia e na Escandinávia, as Cordilheiras Bravas como uma alusão à Gália do período romano, a Welçantiah e Somoros com tanto de Grécia como de Roma, e Ul’Uljktr, a Torre das Harpas, com tanto de Antigo Egipto quanto de elfos do mundo criado por Tolkien. Mas não posso dizer que este povo foi inspirado na civilização x e aquele na y, existe uma grande mistura de traços culturais que faz com que estas civilizações tenham ganho a sua própria identidade – já viste algum centurião romano a usar uma espingarda? Aposto que não. Não é a mais original das obras de fantasia, mas julgo ter conseguido aquilo que me competia, e atingir aquilo a que me propus.

– Como foi o processo de publicação do livro?

Simples: a editora aceitou de imediato publicar o meu livro, estudei as condições que me ofereciam, calendarizamos a assinatura do contrato, elegi a capa que mais me agradou e a obra foi para a gráfica. Daí até ao lançamento foi combinar pormenores do mesmo, negociar o local, preparar tudo. Quando cheguei de férias já tinha a casa cheia de caixas de papelão com exemplares de “Espada Que Sangra”, que foi uma sensação única. Daí até ao dia do lançamento foi um saltinho, e também aí tive o apoio de um representante da editora.

– É uma vitória ver “Espada que Sangra” publicado?

Acima de tudo, acho que fiz justiça a mim mesmo. Há muito que escrevia e nunca tinha dado a oportunidade a mim mesmo de tentar publicar algo. Atrevi-me, e a sensação é a de um sonho realizado.

– Que “feedback” tem recebido dos leitores?

O feedback não tem sido muito, penso que pelo menos 20, 30 pessoas já me deram a sua opinião, e dessas, talvez metade tenha já acabado a sua leitura. A opinião unânime é que o livro foi uma surpresa, toda a gente até agora adorou e isso realiza-me bastante, mas também sei que irão aparecer opiniões menos boas, e isso é algo que não me desmoraliza, antes ajuda a fazer cada vez mais e melhor.

– Ser escritor era uma ambição do Nuno? Há quanto tempo é que escreve?

É um sonho de anos. Já desde os 15, 16 anos que escrevo fantasia. Algo muito amador, claro, o talento é algo muito esparso se não for trabalhado e treinado. Comecei a escrever fantasia muito na onda dos jogos de cartas Magic The Gathering, e depois na altura em que saiu o primeiro filme do Senhor dos Anéis, uma época em que eu era apaixonado pelas histórias do Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda, histórias que descobria na Biblioteca da escola. Nessa fase de encantamento, comecei a ler livros como As Crónicas de Allaryia ou Eragon, que, goste-se ou não, foram sagas que catapultaram muitos jovens para o gosto da literatura fantástica em Portugal. Certo é que também eu cresci e acabei por não acabar nem uma nem outra saga – algo que espero ainda vir a fazê-lo algum dia. Posso dizer que durante muito tempo escrevi outro tipo de literatura – policiais, thrillers, livros de mistério, algo que nunca senti que merecesse ser editado – e só mesmo com esta saga, e também com outra qualidade enquanto escritor, me decidi a voltar a mergulhar no fantástico. E que mergulho. No entanto, ainda sou um mero iniciante, e sinto que tenho ainda uma grande margem de progressão.

– Quais são as suas influências?

George R. R. Martin, Bernard Cornwell, Ken Follett, Dan Brown, Stephen King e Agatha Christie. Estes seis nomes são para mim o top de escritores mundiais, sou um grande fã, embora o mundo que apresento em “Espada Que Sangra” esteja evidentemente mais ligado ao de Martin, e de modo mais ténue, aos mundos criados por Robert E. Howard e Edgar Rice Burroughs.

– Vamos mudar agora um pouco o foco da nossa conversa. Fale-nos um pouco de si. Quem é o Nuno Ferreira?

O Nuno Ferreira é um homem simples que não gosta de muitas confusões, pouco falador, que adora ter tempo para si próprio e para reflectir, que aprecia mais a qualidade do que a quantidade dos amigos. Embora prefira o mundo das letras – onde me sinto na minha praia – do que o mundo da voz (sou um tímido crónico), sinto-me imensamente realizado em cima de um palco como ator ou a apresentar um espectáculo como tantas vezes o faço, transmite-me paz sentir as pessoas em silêncio, com os olhos pousados sobre mim. Mas acima de tudo, sou uma pessoa que gosta de estar bem comigo e com os outros.

– Tem algum conselho ou sugestão para os jovens aspirantes a escritores que ainda guardam os manuscritos na gaveta?

Aconselho a que não parem de escrever. Ainda que vos digam que aquilo que escrevem não vale nada, continuem, treinem, e acima de tudo leiam muito, isto é, se for mesmo isso que desejam. E procurem opiniões, mostrem os vossos textos a outras pessoas. Afastem-se do estereótipo. Lá por gostarem muito de uma série literária ou de um filme, não têm de escrever a mesma história, as pessoas não querem ver duas vezes a mesma coisa, e acima de tudo, não querem ver a mesma coisa com menos qualidade. Sejam teimosos, perspicazes e, acima de tudo, não tentem imitar ninguém. Dêem a vossa alma àquilo que escrevem. Se acham que já preenchem todos estes requisitos, então aconselhem-se com alguém que esteja por dentro do mundo editorial, essa pessoa há-de gostar de ter sido escolhida, e mais contente ficará em ter o seu papel no desenvolvimento de uma carreira.

Um muito obrigada ao Nuno Ferreira pela disponibilidade e à Chiado Editora!

Jornalista: Susana Serra

Promotora: Sofia Pinela

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Espada Que Sangra: Em Lisboa

Ontem estive em Lisboa, e como tal não podia deixar de passar pela livraria Desassossego, na Rua de S. Bento, o espaço físico da Chiado Editora onde podes ler descontraidamente enquanto bebes um café ou um bom vinho. Ali também podes assistir a lançamentos de livros e a sessões de autógrafos, sendo recebido sempre com simpatia. Tive ainda oportunidade de tirar uma foto com o meu livro – exposto na estante “Novidades” – e de conhecer Vítor Pais, o autor da obra “Os Meus Poemas”.

Aqui ficam as fotos:

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Convido-vos a espreitarem também esta simpática livraria no centro de Lisboa, logo que possam 🙂